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VISÃO HISTÓRICA SOBRE OS AEROGERADORES DE EIXO VERTICAL

 VISÃO HISTÓRICA


A energia do vento é explorada desde a Antiguidade sendo primeiramente utilizada como força motriz para embarcações. Aproximadamente em 4000 a.C., há relatos que os antigos chineses foram os primeiros a fixar velas em suas primitivas embarcações utilizando a energia dos ventos mais o trabalho humano como força motriz para realizar o transporte fluvial [1]. Em torno de 3400 a.C., os egípcios lançaram suas primeiras viagem com embarcações a vela inicialmente navegando no  rio Nilo e mais tarde ao longo das costas do mediterrâneo. Por volta de 1250 a.C., os egípcios construíram navios bastante sofisticados para navegar no Mar Vermelho [1].
Os fenícios também se lançaram a navegação marítima utilizando a energia eólica para tal finalidade. A partir do 2º milênio, os fenícios desenvolveram uma civilização marítimo-mercantil, em outras palavras, sua principal atividade era o comércio marítimo. Para desenvolver esta ocupação, eles aprimoraram técnicas de navegação marítima da época no intuito de possibilitar a realização de viagem através de longas distâncias. Na figura 1 se é possível observar as rotas comercias desta civilização. Ao longo da história diversas civilizações utilizaram os ventos para navegação. Os navios eólicos dominaram o transporte marítimo por um longo tempo até a invenção de motores a vapor no século XIX [2].
Figura 1 – Rotas comerciais dos fenícios
Fonte: Adaptado de [2]

O período das grandes navegações (século XV e XVI) é um exemplo de como a aplicação da energia eólica para o transporte marítimo foi de grande significância. As grandes navegações foram um conjunto de viagens marítimas que expandiram os limites do mundo conhecido até então. Mares nunca antes navegados, terras, povos, flora e fauna começaram a ser descobertas pelos europeus. E muitas crenças passadas de geração a geração, foram conferidas, confirmadas, ou desmentidas. Eram crenças de que os oceanos eram povoados por animais gigantescos ou que em outros lugares habitavam seres estranhos e perigosos, ou que a terra poderia acabar a qualquer momento no meio do oceano, o que faria os navios caírem no nada. 
No trabalho agrícola o homem desenvolveu cada vez mais ferramentas que auxiliavam no desenvolvimento de suas atividades. Tarefas como moagens de grãos e o bombeamento de água exigiam esforço braçal e de animal. Para facilitar estes trabalhos foram desenvolvidos os primeiros moinhos de vento.
Não se sabe ao certo quando surgiram os primeiros moinhos de vento. Há relatos que afirmam que o primeiro moinho de vento surgiu por volta de 1700 a.C. e utilizava um sistema de eixo vertical para bombear água.  O livro “Uma História de Invenções Mecânicas”, século X, de Abbot Payson Usher, relata uma descrição de moinhos de ventos no Oriente Médio usados para bombeamento d’água. O mesmo livro aponta referencias diversas como histórias e crônicas que mencionam o uso dos moinhos de vento já em 340 a.C [3].  A China tem uma longa história de moinhos de ventos. Foi descoberto pinturas, desenterradas de tumbas do final da dinastia Han Oriental (25 – 220 d.C.) em Sandaohas, cidade de Liaoyang, que mostravam maravilhosas imagens de moinhos de vento da época [1].
Na Pérsia, por volta de 500 – 900 a.C, surgiram moinhos de vento para automatizar tarefas como: a moagem de grãos e o bombeamento de água. Esses moinhos de vento eram de eixo vertical e as pás ou velas eram diretamente fixadas no rotor. O modo de funcionamento dos moinhos persas era baseado em uma assimetria gerada por uma parede que cobria metade do rotor [4]. O rotor era rotacionado através da força de arrasto que atuava sobre as velas (Figura 2).

Figura 2 – Moinho Persa de eixo vertical utilizado para moagem de grãos
 

Fonte: Adaptado de [7]

Por volta do mesmo período, assim como os persas, os chineses também desenvolveram moinhos de vento. Os moinhos chineses (1000 d.C) apresentavam eixo vertical, similarmente aos persas, e utilizavam pás de tecidos (velas) fixadas ao rotor (Figura 3). Eles apresentavam uma típica vantagem mecânica quando comparados aos moinhos persas, pois poderia ser utilizado independente da direção dos ventos, fato que não ocorria com os moinhos persas que apresentavam uma parede que cobria parte do rotor.

Figura 3 – Moinho Chinês de eixo vertical
Fonte: Adaptado de [7].

Mesmo com baixa eficiência devido as suas características, os moinhos de vento primitivos apresentavam vantagens importantes para o desenvolvimento das necessidades básicas de bombeamento de água e moagem de grão, substituindo a força motriz humana ou animal. Um importante desenvolvimento da tecnologia primitiva foram os primeiros modelos a utilizarem pás de sustentação em eixo horizontal [5].
Os primeiros moinhos de vento só apareceram pela Europa nos período do retorno das Cruzadas e estes apresentavam um modelo de eixo horizontal baseado nas rodas de água, e sua configuração foi denominada de moinho de torre. Os moinhos de torre europeus apresentavam quatro pás de madeira montado em um poste central. Essa configuração mostra um enorme avanço tecnológico em relação ao tipo Persa e Chinês, pois este moinho usava uma engrenagem de madeira para transmitir movimento horizontal do eixo para movimento vertical girando uma pedra, que era utilizado para moer grãos. Além disso, essa configuração utilizava a força de sustentação para girar o rotor, o que proporciona uma melhor eficiência no rotor em relação aos moinhos de eixo vertical (que utilizam a força de arrasto), por permitir um aumento na velocidade do rotor [6].
Durante a Idade Média, na Europa, a maioria das leis feudais incluía o direito de recusar a permissão à construção de moinhos de vento pelos camponeses, o que os obrigava a usar os moinhos dos senhores feudais para a moagem dos seus grãos. Dentro das leis de concessão de moinhos também se estabeleceram leis que proibiam a plantação de árvores próximas ao moinho assegurando, assim, “o direito ao vento”. Os moinhos de vento na Europa tiveram, sem dúvidas, uma forte e decisiva influência na economia agrícola por vários séculos [5].
Em 1500, surgiram os moinhos de vento do tipo Dutch (figura 4), que foi um desenvolvimento dos moinhos de torre, cuja principal característica era a contrução em madeira, que facilitava a montagem em relação às pesadas pedras dos moinhos de torre. Essa configuração foi muito utilizada na Holanda para drenar Polders,  região de terras baixas da Holanda, devido ao interesse econômico em aumentar sua área territorial, enquanto no resto da Europa, essa configuração foi utilizada para moer grãos [6].
Figura 4 – Moinho de vento holandês tipo Dutch

Fonte: Adaptado de [4]

Na Holanda, a utilização de moinhos de vento para drenagem de terras cobertas por água foi bastante empregada. A área de Beemster Polder, que ficava três metros abaixo do nível do mar, foi drenada por 26 moinhos de vento de até 50 HP cada, entre os anos de 1608 e 1612. Mais tarde, a região de Schermer Polder também foi drenada por 36 moinhos de vento durante quatro anos a uma vazão total de 1000 m3/min [7]. Vários países da Europa (França, Inglaterra, Holanda, Grécia, dentre outros) utilizaram moinhos de vento de eixo horizontal. Os moinhos de vento além de ajudar o homem na agricultura, e na drenagem de água tiveram outras aplicações, com o surgimento da imprensa e o rápido crescimento da demanda por papel, foi construído, em 1586, o primeiro moinho de vento exclusivamente para fabricação de papel. Ao fim do século XVI, surgiram moinhos de vento para acionar serrarias para processar madeiras provenientes do mar Báltico [5].
No século XVIII, com a introdução da máquina a vapor o mundo mudou gradualmente sua demanda de fontes de energias, especialmente com a introdução dos combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás). As máquinas a vapor eram muito mais compactas e forneciam uma escala muito maior de energia para bombeamento de água e moagem de grão do que aquela produzida pelos moinhos de vento [8]. Um marco importante para a energia eólica na Europa foi à Revolução Industrial no final do século XIX. A partir deste período começou o declínio do uso da energia eólica associada aos moinhos de vento.
As configurações de eixo horizontal baseado nas rodas d’água foi utilizada por muitos séculos, até surgirem, em meados do século XIX, nos Estados Unidos,os moinhos de vento tipo leque ou americano. Esses apresentavam eixo horizontal e sua principal aplicação era no bombeamento de água. As principais características dessa configuração eram a torre de aproximadamente 3 a 5 metros de altura, 20 pás de metal e uma cauda que era responsável por manter a orientação do moinho de vento na direção do vento (figura 5) [6]. O desenvolvimento do moinho do tipo leque inaugurou uma nova era na utilização da energia eólica. Eles refletem a industrialização histórica do uso da energia eólica, por serem fabricados em série e feitos em metal. Além de serem os primeiros moinhos de vento auto-reguláveis.

Figura 5 – Moinho de vento americano tipo leque

Fonte: Adaptado de [6]

Por algumas centenas de anos, a mais importante aplicação dos moinhos de vento era para subsistência, sendo utilizados para bombear água e moer grãos, usando sistemas relativamente pequenos, até surgirem no final do século XIX, os primeiros sistemas que utilizavam a energia do vento para geração de eletricidade. [6]. Ao contrário dos moinhos de vento, que eram utilizados diretamente para realizar o trabalho, como o bombeamento de água ou a moagem de grãos, as turbinas eólicas são usadas para converter energia eólica em eletricidade, esse tipo de turbina também ficou conhecido como aerogeradores. Em 1887 – 1891, tanto na Europa como na América surgiram estudos sobre produção de energia elétrica por intermédio dos aerogeradores. A primeira turbina eólica que produzia energia elétrica operada automaticamente no mundo foi projetada e construída pelo Americano, Charles Brush, em 1888. O catavento de Brush foi equipado com 144 pás de madeira com um diâmetro de rotação de 17 metros e fornecia 12 kW em corrente contínua para carregamento de baterias, as quais eram destinadas, sobretudo, para o fornecimento de energia para 350 lâmpadas incandescentes [1,6]. Este também possuía uma grande cauda que girava o rotor na direção do vento conforme mostrado na figura 6.

Figura 6 – Catavento de Brush

Fonte: Adaptado de [6]

Sem dúvida, o catavento de Bruch foi um marco na utilização dos cata-ventos para geração de energia elétrica. O invento de Bruch apresentava três importantes inovações para o desenvolvimento do uso da energia eólica para geração de eletricidade. Em primeiro lugar, a altura utilizada pelo invento estava dentro das categorias dos moinhos de vento utilizados para beneficiamento de grãos e bombeamento de água. Em segundo lugar, foi introduzido um mecanismo de grande fator de multiplicação da rotação das pás (50:1) que funcionava em dois estágios, possibilitando um máximo aproveitamento do dínamo cujo funcionamento estava em 500 rotações por minuto (rpm). Em terceiro lugar esse invento foi a primeira e mais ambiciosa tentativa de se combinar a aerodinâmica e a estrutura dos moinhos de vento com as recentes inovações tecnológicas na produção de energia elétrica [5].
Após a primeira guerra mundial (1914 – 1918), a compreensão científica do desenho de turbinas eólicas deu um grande avanço, isto se deve parcialmente na experiência do projeto de hélices de aviões civis e militares.
Em 1920 Betz aplicou a teoria do disco atuador para turbina eólica e descobriu que o máximo de 59% da energia cinética do vento pode ser convertido em energia mecânica por uma turbina de fluxo livre. Isto foi descoberto anteriormente por Lanchester na Inglaterra. Mas Betz continuou seus estudos relacionando estas considerações com a teoria da quantidade de movimento e a lei da conservação de energia. Isto serviu como base para desenvolvimento de projetos de pás de turbinas eólicas. Com pequenas modificações as noções básicas desenvolvidas por Betz ainda são usados em design de turbinas eólicas [4].




Em 1924, surgiu na Finlândia, a turbina do tipo Savonius. O principal funcionamento do rotor desta turbina era baseado na força de arrasto e caracterizava-se por ser montada sobre um eixo vertical, operar em baixas velocidades e com alto torque de partida. Inicialmente o projeto de Savonius foi utilizar esta turbina para realizar o bombeamento de água como mostra a figura 7, mas sua ideia foi aplicada também para geração de energia elétrica, todavia em virtude das limitações apresentadas por esta turbina, não foi e nem tem sido utilizada para a produção de eletricidade em grande escala [1].

Figura 7 – Turbina do tipo Savonius utilizada para bombeamento de água

Fonte: Adaptado de [1]

Na França, foi patenteada em 1931 a turbina do tipo Darrieus, outra turbina de eixo vertical assim como a turbina do tipo Savonius. O princípio de funcionamento da turbina Darrieus é baseado na força de sustentação e suas principais vantagens são o fato do gerador e a caixa de engrenagem ser colocadas no solo, além de não necessitar de nenhum sistema de direcionamento em relação à direção do vento. O problema deste tipo de configuração é que, como a velocidade do vento é muito baixa próxima do solo e aumenta conforme a altura, essa máquina deve suportar diferentes esforços ao longo do eixo, gerando uma dificuldade adicional para manter a torre ereta para altos níveis de vento. Além disso, devido à sua alta velocidade e baixo torque é necessário um sistema para auxiliar a partida da turbina [6]. Algumas das vantagens das turbinas do tipo Savonius e Darrieus são a não necessidade de um sistema de controle para o direcionamento da turbina em relação ao escoamento principal e também em aspectos construtivos uma vez que o gerador pode estar disposto ao nível do solo [11].
Em 1931, os russos fabricaram um aerogerador conhecido como Balaclava, que era um modelo avançado de 10 kW de potência conectado por uma linha de transmissão de 6,3 kV de 30 km, a uma usina termelétrica de 29 MW. Essa foi a primeira tentativa bem sucedida de conectar um aerogerador de corrente alternada com uma usina termelétrica. Dados mostraram que a energia produzida pelo aerogerador foi de 280.000 kWh.ano [5].
O inicio da Segunda Guerra Mundial interrompeu as pesquisas de desenvolvimento de turbinas eólicas. Só nos Estados Unidos, o desenvolvimento de aerogeradores foi continuado durante a guerra. O engenheiro Palmer C. Putnam, em 1941 desenvolveu uma turbina na faixa do Megawatt de potência (1,25 MW) conectado a rede, que funcionou até 1945. A turbina de Putmam teve um reduzido período de vida útil e foi encerrado devido a problemas causados por materiais de construção inapropriados [10]. Infelizmente o balanço econômico da época mostrou que os custos de produção de energia foram 50% maior para a turbina de Putmam do que para a geração de energia convencional. Por isto, que muitas propostas de Putmam não foram postas em prática [4].
Após a Segunda Guerra Mundial, com a reconstrução da Europa e a crescente percepção de que as reservas de carvão foram continuamente diminuindo, o interesse pela energia eólica surgiu novamente. Através da “Organization for European Economic Cooperation” (OEEC), especialistas da Inglaterra, Dinamarca, Alemanha, França e outros países, se reuniram para discutir as suas experiências no desenho de turbinas eólicas. As primeiras tentativas para geração de eletricidade através da energia eólica surgiram no final do século XIX quando o consumo de energia elétrica começou a crescer. No entanto, foi apenas com a crise internacional do petróleo (na década de 70) que houve realmente a necessidade de arranjar alternativas para a produção de energia elétrica [12]. Países do norte Europeu, como Holanda e Dinamarca passaram a investir no aprimoramento da utilização de turbinas eólicas para produção de eletricidade.
 A primeira turbina eólica comercial ligada à rede elétrica pública foi instalada em 1976, na Dinamarca. Atualmente existem mais de 30 mil turbinas eólicas em operação no mundo. Em 1991, a Associação Européia de Energia Eólica estabeleceu como metas a instalação de 4.000 MW de energia eólica na Europa até o ano de 2000 e 11.500 MW até o ano de 2005. Estas e outras metas foram cumpridas antes do esperado (4.000 MW em 1996, 11.500 MW em 2001) [13].
Atualmente, a energia eólica é uma das fontes de geração de energia elétrica que mais cresce no mundo. Com aproximadamente 240 GW de potencia instalada no final de 2011, essa fonte já representa cerca de 3% de toda a capacidade mundial de geração de energia elétrica e a expectativa é que estes números cresçam cada vez mais [14].




REFERENCIAS

[1] TONG,W. Wind power geration and wind turbin design. In: Tong,W.(Org.), 1ª ed. Southampton, Boston: WIT, PRESS, 2012.

[2] CAMPOS, F.; MIRANDA, R.G. A escrita da História – volume único. 1ª ed. São Paulo: Escala Educacional, 2005.

[3] LIMA, M, R. Uso da energia eólica como fonte alternativa para solucionar problemas de energia e bombeamento de água subterrânea em locais isolados. 2009. 45 f. Monografia. Departamento de Engenharia da Universidade Federal de Lavras, Minas Gerais, 2009.

[4] GASCH, R.; TWELE,J. Wind power plants- fundamentals, desing, construction and operation. In: GASCH, R.; TWELE,J (Org.), 2ª ed. Berlin: Springer, 2011.

[5] DUTRA,R. Energia eólica: princípios e tecnologia. In: DUTRA,R (Org.), 1ª ed. Rio de Janeiro: CRECESB, 2010.

[6] MARQUES,J. Turbinas eólicas: modelo, análise e controle do gerador de indução com dupla alimentação. 2004. 158f. Dissertação (Mestrado em engenharia elétrica). Programa de Pós – Graduação em Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, 2004.

[7] SHEPHERD, D.G. Historical development of the windmill. 1ª ed. New York: NASA, 1990.

[8] Review of Historical and Modern Utilization of Wind Power, 2013. Disponível em:http://www.risoe.dk/rispubl/VEA/Review_Historical_Modern_Utilization_Wind_Power.pdf. Acesso em: 01 de junho de 2013.

[9] Energias Renováveis: Conservação de Energia. Disponível em: http://e-lee.ist.utl.pt/realisations/EnergiesRenouvelables/FiliereEolienne/Generalites/Etudeappliquee/EtudeappliqueeEolien3.htm. Acessado em: 02 de setembro de 2013.

[10] Cronologia dos pioneiros da energia eólica. Disponível em: http://www.ammonit.com/pt/energia-eolica/energia-eolica. Acessado em: 02 de setembro de 2013.

[11] GARCIA, S. B.; SIMIONI, G. C. S.; ALÉ, J. A. V. Aspectos de desenvolvimento de turbina eólica de eixo vertical. In: Congresso Nacional de Engenharia Mecânica, 4, 2006, Recife. Anais. Recife: IV Congresso Nacional de Engenharia Mecânica, 2006,p. 1 – 9.

[12] CRUZ, R.; VENTURA, R. Integração da energia eólica na rede. 2010. 68f. Projeto de Produção e Planejamento de Eletricidade. Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores da Universidade de Coimbra, Coimbra, 2010.

[13] Energia Eólica. Disponível em: http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/atlas/pdf/06-energia_eolica(3).pdf. Acessado em: 20 de setembro de 2013.


[14] Agência Nacional de Energia Elétrica. Projeto estratégico: desenvolvimento nacional de geração de energia eólica. 2013. 16f. Chamada n° 017/2013. Brasília, 2013. 

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